O TCE - Tribunal de Contas do Estado de São Paulo - manteve a decisão que considerou irregulares as cláusulas adicionais para a contratação das empresas de transporte público em Osasco. Os contratos da Viação Osasco e Urubupungá tiveram início em 2006 e durante a gestão de Jorge Lapas (PDT) a vigência foi estendida e alguns valores revistos, mas o Tribunal de Contas considerou os aditivos como irregulares.

       A Prefeitura de Osasco entrou com um recurso contra a decisão que estendeu o parecer definitivo que ainda considera os contratos "ilegais".O TCE, na decisão relatou que é possível julgar como irregular os demais aditivos com base em um já analisado, a não ser que haja correção por parte do poder público, o que não aconteceu por parte da gestão.

       Além dos contratos, em 2016 também foi apurado que houve irregularidades no processo de licitação que teve novamente as duas autoviações como vencedoras. O presidente em exercício do TCE, conselheiro Dimas Ramalho, já havia se manifestado a respeito da ilegalidade e foi seguido pela câmara do órgão.

       O Contrato entre a Prefeitura de Osasco e as empresas teve assinatura em 16 de maio de 2016 com valor determinado em R$ 102.5 milhões para a Viação Urubupungá e de R$ 93.4 milhões para a Viação Osasco.

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