Durante a gestão Jorge Lapas (PDT), a ciclovia da Avenida Visconde de Nova Granada havia sido desativada para a adição de uma nova faixa de veículos no eixo que liga as zonas norte e sul de Osasco. Na gestão de Rogério Lins (PODE) a ciclovia foi reativada e agora com um projeto grandioso. Atualmente o eixo cicloviário liga o Vila Yolanda até o inicio do Km 18 na Avenida Hidelbrando de Lima e o projeto é que a ciclovia seja levada até as Estações da CPTM e a Zona Norte da cidade, além da instalação de pelo menos 300 paraciclos.

       A falta de estrutura até então fazia com que muitos adeptos ao ciclismo abandonassem o meio de transporte por medo de acidentes, porém, com a construção parcial do novo instrumento urbanístico de mobilidade urbana os ciclistas "saíram da toca" e estão aproveitando o eixo ainda incompleto como alternativa a veículos automotores ou até mesmo transporte público.

       “Pedalar faz bem. Na dimensão da cidade o uso da bicicleta implica na possibilidade de reduzir congestionamentos ou superlotação do transporte coletivo, vitalidade dos espaços públicos, probabilidades de aumento de ganhos para o comércio e, etc. Para quem pedala, não ficar preso em congestionamentos pode reduzir o tempo gasto em deslocamentos, agregar benefícios diversos à saúde e possibilitar novas percepções sobre o espaço. Com tantos benefícios, por que o uso da bicicleta é tão pouco incentivado no Brasil?
Nossa região é composta por sete municípios ligados através da Linha 8 da CPTM, estradas, rodovias e corredores viários intermunicipais. Apesar de cada cidade ter suas especificidades, todas tem em comum a ausência de políticas efetivas para a bicicleta, com exceção de uma ou outra ciclovia ou bicicletário isolado. Com isso, ciclistas – estes que tanto contribuem com a qualidade de vida nas cidades – seguem sendo invisibilizados, sujeitos à periculosidade das vias decorrente da ausência de políticas públicas e comportamentos inadequados de motoristas.", disse o ciclo-ativista de Osasco Klauss Schramm ao Portal Região Oeste.

       Pela primeira vez em anos o plano diretor de Osasco coloca como prioridade a mobilidade urbana para transportes alternativos e para os pedestres. O que antes parecia um objetivo inalcançável hoje parece estar mais palpável com as políticas públicas adotadas ao redor da cidade. Ciclistas locais já sentiram a diferença e aprovam esses avanços.

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