Fundação Bradesco Unidade Osasco III 

 A Fundação Bradesco é um colégio de presença nacional fundado em Osasco no ano de 1956 com o objetivo inicial de suprir necessidades locais e de funcionários da instituição bancária que a administra até hoje. Destaque em diversos aspectos, nesse artigo será apresentada a história com base em marcas em sua linha do tempo destacadas pelo Banco Bradesco. 


1956 – Fundação São Paulo de Piratininga
Com o objetivo de proporcionar educação e profissionalização a crianças, jovens e adultos, o Sr. Amador Aguiar, fundador da Organização Bradesco, cria em 22 de novembro de 1956 a Fundação São Paulo de Piratininga.

1962 – Primeira escola
Inaugurada a primeira escola da Fundação, denominada Grupo Escolar Embaixador Assis Chateaubriand, localizada na Cidade de Deus iniciou suas atividades atendendo os filhos de funcionários e crianças que viviam na região da matriz do Banco, abrangendo do 1º ao 4º ano do curso primário. Na época, a região de Osasco (SP), recém-emancipada da capital paulista, ainda era deficitária na oferta de serviços para a população, sendo assim, os alunos recebiam além da educação, alimentação saudável, uniformes e assistência médica e dentária.

1967 – Fundação Bradesco
Neste ano, a Instituição alterou sua denominação, adotando em definitivo o nome Fundação Bradesco.

1970 – Educação profissional
Com a oferta do Curso Técnico de Programação de Computadores, pioneiro na América Latina, deu-se início a implantação da Educação Profissional na Fundação.

1971 – Expansão nacional
Inicia-se a expansão do ensino para todo o País com a inauguração da Unidade Escolar de Conceição do Araguaia, localizada no Pará, tornando-se a segunda Escola da Fundação oferecendo inicialmente o ensino primário.


1981 – Entidade de Utilidade Pública Federal
Reconhecida pelo poder público como instituição com objetivo social, sem fins lucrativos e prestadora de serviços à coletividade, a Fundação Bradesco foi declarada como Entidade de Utilidade Pública Federal.

1985 – Telecurso
Em parceria com a Fundação Roberto Marinho, deu-se início o Telecurso 2º Grau, destinado à Educação de Jovens e Adultos, via teleducação.

1986 – Panteão da Pátria
No momento de marco nacional, com a transição do regime militar para a retomada da democracia, a Fundação Bradesco realizou a doação do Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, em Brasília (DF), projetado por Oscar Niemeyer, como um memorial aos personagens e heróis que marcaram a história do Brasil.

1998 – Inclusão de Pessoas com Deficiência Visual
Reafirmando o compromisso com a inclusão, foi lançado o primeiro Curso de Informática para Pessoas com Deficiência Visual do Brasil, que desde então já formou milhares de alunos e multiplicadores. Por meio do software ledor Virtual Vision, tornou-se possível navegar na Internet, editar arquivos de textos e realizar todas as funções dos sistemas operacionais comuns.



1999 – Alfabetização de Jovens e Adultos
Com a implantação do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos, a preocupação com a oferta de educação para todos os públicos passa a ser atendida.

2000 – Case na Harvard Business School
A Fundação Bradesco tornou-se tema de estudo sobre educação pelo Prof. Bruce Scott na Harvard Business School, Universidade dos Estados Unidos.

2001 – Escola Virtual
Realizado o lançamento da Escola Virtual, portal de ensino à distância que ampliou a oferta de cursos de qualificação, de forma 100% gratuita e on-line, em diferentes áreas, tais como Administração; Contabilidade e Finanças; Informática; Desenvolvimento Pessoal e Profissional; e Educação e Pedagogia. Acesse www.ev.org.br e confira!

2007 – Novo case de estudo da Universidade de Harvard
A Prof. Christine Letts da John Kennedy School of Government, realizou um estudo sobre a Fundação Bradesco e os desafios para fazer a diferença no sistema educacional, tornando-a novamente tema de case na Universidade de Harvard. O caso relata a trajetória dos 50 anos de atividades da Instituição dedicados à educação, mostra seus diferenciais em relação ao ensino aplicado no Brasil e traz uma série de vertentes que sinalizam os possíveis caminhos que pode seguir nos próximos 50 anos.

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