Foto de Etevaldo Pinto


No século XIX o bairro era parte do sítio de propriedade de Francisca de Paula Souza casada com Vicente de Souza Queiroz o “Barão de Limeira” 


A área total do bairro é de 84,1 hectares, ou seja, quase a área total do sítio do Barão e da Baronesa de Limeira que tinha 120 hectares. 

As terras próxima ao Pico do Jaraguá, no caminho que levava a Santana de Parnaíba, atual av. João Ventura dos Santos, não eram as únicas terras do casal. Em São Paulo, Vicente de Souza Queiroz foi vereador da Câmara de São Paulo até 1888, quando faleceu. A partir daí, todas as suas propriedades passaram a ser administradas pela Baronesa. 

Dai em diante, o sítio foi usado para descanso quando a família se dirigia à sua fazenda de Campinas. Com o passar dos anos, após a morte da Baronesa, os herdeiros venderam o sítio a alguns italianos, que acabaram conservando o nome de Sítio da Baronesa. 

Quando Osasco se tornou cidade em 1962, os loteamentos de baixo custo foram surgindo. A terra passou a ser de operários que precisavam ocupar todo o lote com moradia para poder pagar a compra, que nem sempre era possível no magro orçamento. Assim, surgiu o primeiro loteamento do Jardim Baronesa. Para formar o bairro que hoje conhecemos, uniram-se a este primeiro o loteamento do Jardim Bonança; Jardim Bonança I; Jardim Bonança II (parte). Assim, o bairro hoje não ocupa exatamente o sítio do século XIX mas fica no Distrito Noroeste, sendo delimitado ao Norte pelos bairros Bonança e Industrial Anhangüera, pela Avenida Juscelino K. de Oliveira e Rua Padre Kassabian; a Leste limita-se com o bairro Industrial Mazzei, pelo Parque Industrial Mazzei e Avenida Lourenço Belloli; ao Sul, pelo bairro Aliança, pela Avenida Presidente Médici; e, a Oeste, pelos bairros Portal D’Oeste e Helena Maria, pela Avenida João Ventura dos Santos e Rua Nelson de Souza. Suas principais vias de acesso são: Rua Luiz Gatti; Rua Duque Ellington, Avenida Presidente Médici e Avenida João Ventura dos Santos. Quem conhece a topografia do bairro sabe a dificuldade que há em transitar nas suas ruas estreitas e íngremes. Em algumas o esgoto ainda corre a céu aberto na sarjeta. Porém, todas as ruas são asfaltadas e escolas e ônibus não faltam. O comércio concentra-se em suas principais avenidas e os distritos industriais Anhangüera e Mazzei são seus vizinhos. 

Fonte: Hagop Garagem.

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